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sábado, 15 de setembro de 2012

Ossotogari


Koshigurumi




11/09/2012

Tivemos uma aula sobre avaliação e aspetos fisiológicos do judô.

Então temos uma relação de P.E=30:14 ( Wicks,2006)
        O que quer dizer isso, que a cada 30segundo de descanso( descaço ativo do lutador, estará segurando seu adversário e andando com ele ao mesmo tempo) e 14 segundo de ação (desda pegada no kimono ao toque do adversário ao chão).

Mas vamos ao teste e ao treino. Realizamos o teste SJFT ( Special Judô Fitness Test)
Existe três fases nesse teste
-15 segundos ( A)
-30 segundos  (B)
- 30 segundo  (C)
Com intervalo de 10 segundos.



____________________Avaliado_____________________
-------------3 metros----------               ------------3 metros--------------
----------------------------------6 metros----------------------------------------

Índice =  FC( frequência cardíaca) final + FC 1 minuto após o final do teste
                                            Numero de Arremessos 

           Durante cada um dos períodos, o executante arremessa os parceiros, utilizando a técnica ippon-seoi-naguê o maior número de vezes possível. Imediatamente após e 1 minuto após o final do teste é verificada a frequência cardíaca do atleta, Os arremessos são somados e o índice abaixo é calculado                 (FRANCHINI,2001 E FRANCHINI e colaboradores, 2001).






Treinamento:

          No judô as lutas ( masculinas) duram 5 minutos mais o goldenscore de 3 minutos, assim o planejamento de treino do seu atleta vai variar de 5 há 8 minutos. E geralmente num tornei do judô o atleta luta em média de 5 há 7 lutas, então essas será as series desse lutador.
                Pensando nesse sistema, o treino do seu lutador vai durar em média 8 minutos e com 7 séries, o treino proposto é para treinar e analisar dois golpes sendo eles (Ossotogari) e (Kashigurumi) do seu atleta com 15 segundo de ação e 30 segundo de descanso ativo( quando o atleta segura no kimono do seu oponente e começa a andar pelo tatame). Então ficara assim o seu treino.
15 segundo- Ossotogari
30 segundos- Descanso
15 segundos- Koshigurumi
30 segundos- Descaso
15 segundo- Ossotogari
30 segundos- Descanso
15 segundos- Koshigurumi
30 segundos- Descaso
·         Até completar os seus 8 minutos, o atleta ira repetir esse sistema.






História do Judô:
O judô foi criado no Japão, em 1882, por Jigoro Kano, tendo sido baseado no “jujutsu” uma arte marcial praticada pelos cavaleiros do Kamakura entre os séculos XII e XIV- e noutras artes marciais do Oriente, que o Mestre Jigoro Kano fundiu num só desporto.
             Um jovem de 23 anos chamado Jigoro Kano fundava o Instituto Kodokan, que veio a se tornar a Meca dos ensinamentos sobre esta arte marcial.
O “jujutsu” nunca poderia ser considerado um desporto porque, para além de não ter regras próprias, sobressaia negativamente pela força das suas técnicas de defesa pessoal, ministrando “golpes baixos” muito perigosos e até “golpes mortais” que implicavam uma utilização desmedida da força.
Ora, com a criação do judô, Jigoro Kano quis, acima de tudo, veicular um desporto assente na educação física e não numa luta violenta e sem limites. Assim, modificou o tradicional “jujutsu”, estudando os golpes e relacionando-os com as leis da dinâmica, da ação e da relação. Selecionou e classificou as melhores técnicas do “jujutsu”, atribuindo-lhes princípios básicos e estabeleceu normas racionais para tornar a aprendizagem do judô mais fácil e ao alcance de todos.

O Mestre Jigoro Kano doutorou-se em judô, o equivalente a ter sido agradecido com o escalão “12° dan”, o único atrivuto até hoje e muito justamente, não fosse ele o pai da modalidade. Em 1935 foi condecorado com o prêmio “Asahi” pela sua contribuição fantástica para o desporto japon~es ao longo de uma vida. O mestre Jigoro Kano faleceu em 1938, com 78 anos de idade.


História do Judô no Brasil:


O judô surgiu no Brasil por volta de 1922, através de Thayan Lauzin. O conde Coma (Mitsuyo Maeda), como também era conhecido, fez sua primeira apresentação no país em Porto Alegre.
Partiu para as demonstrações pelos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, transferindo-se depois para o Pará em outubro de 1915, onde popularizou seus conhecimentos dessa arte. Outros mestres também faziam exibições e aceitavam desafios em locais públicos. Mas foi um início difícil para um esporte que viria a se tornar tão difundido. Um fator decisivo na história do judô foi a chegada ao país de um grupo de nipônicos em 1938. Tinham como líder o professor Riuzo Ogawa e fundaram a Academia Ogawa, com o objetivo de aprimorar a cultura física, moral e espiritual, por meio do esporte do quimono. Apesar de Riuzo Ogawa ser um mestre de jujutsu tradicional, chamou de Judô a arte marcial que lecionava quando este nome se popularizou. Portanto, ensinava um estilo que não era exatamente o Kodokan Judo, o que não diminui sua enorme contribuição ao começo do Judô no Brasil. Daí por diante disseminaram-se a cultura e os ensinamentos do mestre Jigoro Kano e em 18 de março de 1969 era fundada a Confederação Brasileira de Judô, sendo reconhecida por decreto em 1972. Hoje em dia o judô é ensinado em academias e clubes e reconhecido como um esporte saudável que não está relacionado à violência. Esse processo culminou com a grande oferta de bons lutadores brasileiros atualmente, tendo conseguido diversos títulos internacionais.



Referência:

Portal CBJ- Confederação Brasileira de Judô. Disponível em: http://cbj.dominiotemporario.com/2011app/site/index.php
Acesso em: 15/Set.2012

Um vídeo muito interessante sobre essa arte marcial:











Aula do dia 04/09/12





1° PARTE- TEÓRICA:

            Foram abordados os elementos técnicos do judô, sendo as suas características fundamentais de execução em tal modalidade, que foi comentado em etapas, no caso iniciando com o significado da palavra judô, que seria caminho suave, criado por Jigoro Kano no Japão no ano de 1890,  e este mesmo era na época o ministro da educação no país. Ainda relatando sobre este mestre de conhecimentos, ele, em condições precárias da época, conseguiu ir á fundo nos aspectos biomecânicos dos movimentos específicos para o sucesso no desenvolvimento das práticas da modalidade, e vale ressaltar que ele não obteve referenciais teóricos por meio de artigos e livros, fazendo dele um grande conhecedor do desporto.
            Após, foi abordado os elementos técnicos da modalidade em subdivisões que seria primeiramente a saudação que pode ser feita de pé ou sentado, após foi comentado sobre os tipos de quedas, que no caso existem quatro; frontal, lateral, de costas de antebraço. A próxima característica é o shintai ou deslocamento, após foi abordado sobre as projeções que são: verticais, que entram as de braço, de quadril e de perna, e também a outra projeção é conhecida como de sacrifício que ocorre de forma frontal ou lateral e o nome já diz porque eu me projeto para a queda para conseguir derrubar o meu adversário. Existem também as técnicas de estrangulamentos de imobilização e de chaves. E foi salientado que não se deve aplicar tais conhecimentos na iniciação no âmbito escolar por questões de segurança.
            Na sequencia foram abordadas as regras do desporto, iniciando com os graus de pontuação conforme os golpes aplicados, sendo então,o yuko valendo 15 pontos, o wazari 20 e o ippon 25,sendo em qualquer caráter, amador ou profissional.  A seguir foi abordado sobre o shido, que seria o 3 minutos de penalidade e sujeito as decisões da arbitragem de como será feita a mesma. E também foi explicado sobre o tempo de luta  que seria com a modalidade masculina de 5 minutos e o desempate ou golden  score de 3, e para o feminino tempo de 4 minutos e golden score de 2, lembrando que o motivo da existência do tempo e desempate foi visando uma luta mais ofensiva. Foi ainda comentado sobre a postura defensiva que é motivo de punição co p perda de pontos durante a luta e ainda comentado sobre a forma correta da pegada durante a prática.  E por fim, foi explicado sobre a repescagem no judô que ocorre somente com os participantes que conseguem chegar as quartas de final mas este só consegue chegar a uma final se conseguir passar por uma semifinal.

2° PARTE- PRÁTICA:

            Foi feito alguns alongamentos por um colega indicado pela professora, e após começaram os exercícios de aquecimento que ocorreram por meio de brincadeiras, sendo estas a brincadeira da tartaruga onde o pegador tenta pegar os demais, ela ocorre com o pegador usando 8 apoios do corpo e lembrando que a brincadeira terminava quando todos fossem pegos. Após foi feito a da aranha com 6 apoios de forma idêntica a anterior, e por fim a brincadeira do cachorro com 4 apoios.
            Após formaram-se duplas e com variações de rolamento, lembrando que os dois integrantes tiveram que fazer simultaneamente os movimentos  e depois os mesmos ficaram em posições opostas para realizar os mesmos movimentos. Depois os alunos foram divididos e enumerados com os respectivos números 1 e 2, e, quando a professora chamava um destes 2 números o aluno tinha que realizar uma progressão de queda com proteção do antebraço para cair,lembrando que foi feita por meio de progressões, sendo estas de joelho e em pé. Também foi feito uma outra progressão em duplas referente ao rolamento, tanto de costas como de frente, porém o movimento foi realizado com um aluno encolhido ao mesmo tempo que o outro da dupla teria que passar por cima dele, sendo de costas ou de frente. E por fim, foram feitas as imobilizações, no total 3.

Iniciação ao Judô: 28/08/2012





Atividade 1:

Realizar uma progressão pedagógica do Yoko Ukemi (queda lateral).
Para começar a progressão os alunos ficaram deitados em posição de queda lateral, e ao comando da professora os alunos mudavam de posição rolando para o outro lado que também tinham que ficar na posição de Yoko Ukemi. E em pé realizando a passada lateral onde tinha que erguer a perna para realizar o primeiro passo do movimento. E por fim, realizamos a progressão final unindo as duas progressões citadas anteriormente.

Atividade 2:
Realizar uma progressão pedagógica do Ushiro ukemi (queda para trás).
            Deitado ao comando da professora os alunos jogavam os pés atrás da cabeça e voltavam. No próximo movimento se repetia o anterior mas os alunos deviam olhar para o seu lado fazendo para conseguir um movimento melhor e que rolasse pelo seu ombro.
            E por fim realizar o movimento completo com todas as etapas se iniciando na posição em pé já.
Atividade 3:
A professora mostrou aos alunos a posição correta para se pegar no kimono para executar um movimento de desequilíbrio. Após a demonstração os alunos se dividem em duplas, a dupla realiza uma passada lateral e passam a parte interna do seu pé no pé de apoio do seu colega para conseguir desequilibrar ele, primeiro de um lado depois para o outro lado.

Atividade 4:
Progressão do Ippon seoi nage:
            Em duplas, um ficava parado de braços abertos e o outro, realizaria o movimento de entrada de quadril. Após isso realizar o mesmo movimento anterior mais, passar o seu braço por baixo do braço de seu colega assim realizando a entrado do golpe. Depois se realizava todos os movimentos em um só e no final tentando realizar uma queda no seu colega de treino.

AULA DO DIA 21/08

1° PARTE: TEÓRICA

   Foi discutido e abordado nesta aula, as principais metodologias de licenciatura e informal, que seria o segmento do bacharelado. De como deve se aplicar e adaptar conforme as faixas etárias condizentes.
  Sendo assim, as principais reproduções de ensino seriam; as reprodutoras diretas, que ocorre por meio de pré-requisitos para que ocorra o seu sucesso que seria com o comando, a tarefa que seria a prática, o estilo recíproco, a auto-avaliação e verificação e por fim a inclusão por meio desta vivência. E também existe o método produtor indireto que segue o roteiro de descoberta guiada, descoberta divergente, programa individual, resolução de problemas e o que acontece a aprendizagem por meio de jogos, frisando as diversidades de movimentos.
  Devemos levar em consideração as necessidades de cada faixa etária que seria para crianças até 7 anos, os princípios operacionais, para as de 10 e 11 anos as regras de ação e de 12 anos para cima, os gestos específicos da modalidade abordada. Lembrando que estes conhecimentos se baseiam no método pendular que é conhecida como Teoria de Baier.